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Aula experimental:  fazer ou não fazer? 

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Qual a sua opinião sobre a aula experimental?  

Quando um cliente procura um estúdio de Pilates, nem sempre ele é conhecedor do método… e ainda que tenha familiaridade com o repertório, cada instrutor tem sua leitura e sua forma de apresentar esse lindo sistema. 

Sendo assim, a melhor forma de captarmos novos clientes é proporcionando a eles a possibilidade de vivenciarem na pratica as atenções e os cuidados que serão direcionados às suas necessidades, bem como as devidas explicações acerca dos benefícios que serão alcançados ao longo do tempo de prática. E como fazer isso? Por meio da aula experimental.

Inicialmente, as pessoas vão em buscam de acolhimento e, neste primeiro momento, é importantíssimo que seu cliente se sinta confortável e confiante com o que você tem para oferecer-lhe como profissional e como ser humano. 

As aulas experimentais também são fundamentais para que os instrutores possam fazer uma avaliação “em movimento”, visto que nem sempre as limitações físicas são correspondentes as queixas ou aos resultados dos exames.  

O olhar clinico do instrutor, juntamente com as orientações e constatações, despertam o entusiasmo e empoderam o futuro cliente, dando sentido a busca por uma melhor qualidade de vida. 

Mas de que forma poderíamos oferecer essas aulas, uma vez que outros fatores implicam nesta questão? 

Sobre fazer ou não fazer: já temos nossa resposta! 

Agora a questão é: cobrar ou não cobrar? 

Acho importante que os instrutores cobrem por este serviço, afinal estamos disponibilizando nosso tempo. Mas não se preocupe, porque existem formas justas desta proposta ser ofertada. 

Uma vez que a aula é cobrada, podemos isentar o cliente da taxa de matricula, por exemplo, ou descontar do valor da 1° mensalidade, caso ele feche o plano. Estas são maneiras dele recuperar o valor investido. Sendo assim, só irá mesmo desembolsar o valor sem retorno aquele que fizer a aula e por algum motivo resolver não voltar mais. 

Outro fator seria: meus horários estão cheios. Como arrumar tempo para oferecer essas aulas? 

Se a busca for por um plano de desenvolvimento individual, nada mais justo do que oferecer a ele esse tempo de forma personalizada, mas, se a ideia for ingressá-lo em uma turma já existente, seria interessante propor a vivência exata desta realidade. Afinal, uma aula experimental vai além das necessidades individuais do cliente. Existe todo um contexto, inclusive social, que pode ou não favorecer os resultados.  

Lembrando sempre que cada caso é um caso, não existe receita de bolo, o importante é que haja responsabilidade profissional durante todo esse processo de busca por uma melhor qualidade de vida do seu cliente. 

 Gabriela Andrezzo
 @palcopilates  

Bailarina Clássica graduada em 1991 com 10 anos de experiência profissional  na Cia Bangkok Dance em Bangkok-Tailândia.
Instrutora de Pilates desde 2009, certificada pelo Instituto Saber em Saúde- Brasil, Inex Pilates- Espanha e Alves Pilates- Chile.
Diretora proprietária do Studio Palco Pilates, Teacher Trainer na empresa Alves Pilates e instrutora personal na plataforma digital Fitness Channel. 


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