Quantos alunos por aula?

Quantos alunos posso atender por horário no estúdio?

Em época de pandemia mundial por conta do Coronavírus, claro que as regras quanto a quantidade de alunos são diferentes e é necessário seguir as orientações dos órgãos competentes federais e estaduais, como Ministério da Saúde, Governo, Prefeitura, e mesmo os Conselhos regionais de Fisioterapia e Educação Física. Estar dentro das normas é imprescindível para a saúde do seu negócio, sua, dos seus colaboradores e clientes. Eles é quem vão determinar com qual capacidade você deve trabalhar atualmente. Alguns locais sugerem os estúdios e academias operarem com 30% da sua capacidade de atendimento, outros falam em atendimento em dupla, ou mesmo individual, e regulam pelo distanciamento. Então, a regra atual é a seguinte: seguir as orientações dos órgãos especializados do seu Estado ou cidade para definir quantos alunos atender por horário, ok?

As orientações abaixo valem somente para quando tudo isso passar e seu estúdio puder voltar a funcionar normalmente, sem nenhum tipo de restrição imposta pelas autoridades regulatórias. Elas são muito úteis para quem está fazendo planejamento e se organizando para abrir um negócio em breve. Afinal, quantos alunos você vai poder atender por horário no estúdio?

 

Alunos por hora x capacidade de atendimento

Como calcular a capacidade máxima de alunos que o estúdio pode comportar por horário, por profissional, é uma dúvida frequente, principalmente dos futuros donos de estúdios de Pilates. Na verdade, não existe uma fórmula correta, uma receita de bolo. Isso é muito relativo e vai depender de uma série de fatores, desde a experiência do profissional que vai realizar os atendimentos, o tipo de aula, a quantidade de equipamentos disponível, o tipo de público e até os objetivos do estúdio. Mas normalmente, na maioria dos estúdios, a regra que segue, é essa:

1, 2 ou 3 alunos por instrutor, não mais que isso. Muitos profissionais relatam que no máximo três alunos por horário é a conta para que todos recebam atenção adequada e ele não se canse tanto. Afinal, em turmas onde os alunos possuem capacidades físicas e objetivos distintos, o instrutor precisa ter três aulas diferentes preparadas, conseguir ter uma boa voz de comando para ensinar a execução dos movimentos (isso quando ele não precisa demonstrar) e ainda acompanhar para garantir que tudo seja muito bem executado. Importante notar que trocas de molas, colocação de alças, tornozeleiras, ajustes, normalmente tudo isso fica a cargo do instrutor. Então, a tarefa não é nada fácil. Outra vantagem de se trabalhar com essa quantidade máxima de alunos é que, normalmente, ninguém fica ocioso esperando o instrutor passar os exercícios para o colega depois de já ter terminado os seus. 

Mas, como falamos no início, tudo isso é muito relativo. Claro que existem vários casos de instrutores que trabalham com quatro, cinco, ou até mais alunos por horários. Mas aí é uma questão de habilidade, adaptação, ou mesmo experiência. Vamos conhecer um pouco mais sobre os modelos de aulas aplicados nos estúdios?

Aulas individuais ou personais

Nesse tipo de aula, temos apenas um aluno atendido por horário. Esse tipo de atendimento é ideal para os casos de reabilitação, ou mesmo para pessoas que buscam privacidade e atenção especial. As aulas podem ser realizadas em equipamentos, no solo, ou combinando ambos.
Normalmente, esse tipo de aula individualizada tem um valor bem mais alto, já que não tem como otimizar o tempo do professor. No caso de estúdios maiores, o ideal é você ter um espaço exclusivo, mais reservado, destinado a esse tipo de aula.

Aulas em dupla ou trio

Como falamos ali em cima, esse é o modelo mais comumente utilizado nos estúdios no Brasil hoje em dia. Os alunos se revezam entre os equipamentos, ou cada um fica em uma máquina e, normalmente, não tem nada em comum – nem idade, habilidade ou objetivo. O professor vai passando os comandos verbais (ou demonstrando) e orientando os exercícios conforme as necessidades de cada um.

Aulas em grupo em equipamentos

É cada vez mais comum encontrarmos estúdios que trabalham com aulas em grupo em equipamentos. Nossas parceiras da TC Pilates, por exemplo, de São Paulo, possuem oito Reformers Torre e oito Chairs numa mesma sala. Elas formam grupos de pessoas com habilidades, preparações físicas e objetivos semelhantes e trabalham com exercícios combinados. Ou seja: todos os alunos executam os mesmos exercícios ao mesmo tempo. E eles são treinados a realizarem os ajustes necessários nos equipamentos. E funciona muito bem. As turmas estão cada vez mais lotadas. Tem aulas para idosos, para gestantes, para esportistas. O legal aqui é que você otimiza tempo do instrutor, acaba tendo maior geração de lucro e ainda promove uma questão muito positiva: o convívio em grupo, a interação social! (mas pensar nesse modelo de aula, só depois que a pandemia tiver fim, hein!)

Como vimos, não tem um número recomendado de alunos , já que vários fatores podem interferir na decisão. Mas atenção: o espaço deve ser suficiente para todos circularem com conforto entre os equipamentos, o número de equipamentos também deve ser condizente e todos os alunos devem receber atenção constante.

Aulas em grupo de Mat Pilates

Esse tipo de aula é mais comum em academia de ginástica do que em estúdios. Normalmente, são usados equipamentos mais compactos, como a Step Chair, o Mat e diversos tipos de acessórios. Mas atenção: é importante que os alunos entendam os princípios do métodos e que cada um receba atenção frequente. Conforto e qualidade sempre em primeiro lugar. Portanto, o número de pessoas deve ser condizente ao tamanho da sala. Dê uma distância mínima de 1,5m entre os praticantes, pra que todos se sintam a vontade e tenham espaço suficiente para a prática. Esse tipo de aula costuma ter um valor bem mais baixo, já que a atenção é coletiva, não há um trabalho individualizado, voltados às necessidades de cada aluno.

Conte pra gente nos comentários como você organiza (ou como pretende organizar) o número de alunos no seu estúdio. 

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